chung hing sam lam (1994)
finalmente vi chungking express; não lembro como descobri, talvez através de ing lee, que gosta do diretor (wong kar-wai). me apaixonei pela personagem de faye desde a primeira vez que vi algo com ela, talvez essa thumbnail (queria TANTO que meu cabelo ficasse assim espetadinho nesse comprimento). já tinha ouvido essa música, sem ver o clipe pro filme continuar surpresa; boa demais – e faye que canta!
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| ai, fala sério, não sei se quero ser ela ou beijar ela :~ |
essa é uma das personagens de destaque, mas o filme tem dois núcleos diferentes, então não tem bem um principal. nos dois tem um policial e é sobre romance; primeiro um mais jovem (e bonito) que levou um fora recentemente e tá no processo de aceitar isso, comprando latas de abacaxi com vencimento pra 1º de maio, o aniversário dele. determina que se até lá a ex não retornar vai ser a data de vencimento do amor deles. quando não encontra mais latas sendo vendidas ele come todas de uma vez, fiquei só pensando intoxicação alimentar que eu teria se fizesse isso. ele costuma sair pra correr quando tá triste pra gastar líquido no suor e não sobrar pras lágrimas; é assim meio bobinho. encontra uma mulher misteriosa no bar tarde da noite, que usa óculos escuros e peruca e tá envolvida em algum lance de contrabando com uns caras indianos, e ela dorme num quarto de hotel enquanto ele passa a noite se empanturrando de comida (me identifiquei). depois ela telefona pra desejar feliz aniversário, bem quando ele tinha perdido as esperanças de ser lembrado :) ele frequenta uma lanchonete em que a tal faye começa a trabalhar, cruza com ela e assim o foco troca. outro policial sempre vai lá e faye se interessa nele, mas o cara tem namorada, uma aeromoça. ele sempre leva o mesmo lanche pra ela, e um dia decide ouvir a sugestão do dono de levar algo diferente, mas depois de um tempo leva um fora também. nisso tudo faye só de olho, atenta a tudo, toda distraidinha e espontânea, sua coisinha linda do caramba. e música torando no rádio. um dia a ex aparece e deixa uma carta pro cara, que todo mundo da lanchonete lê antes dele (técnicas de abrir envelope sem estragar o papel que eu nem conhecia). ela deixa uma chave também e faye começa a ir no apartamento do cara quando descobre o endereço, fica mexendo nas coisas, arrumando e passando tempo como se não houvesse amanhã. um dia dá de cara com ele quando tá prestes a entrar, desculpas esfarrapadas e vergonhinha. na rua se trombam várias vezes, uma loucura essa cidade, aliás (hong kong). no fim ele chama ela pra um encontro, mas em vez de ir pro bar califórnia ela vai pra cidade, que já tinha dito que queria visitar. acaba com ela voltando depois de um ano, aeromoça (já???), o cara comandando a lanchonete, esperando por ela. ai meu deussss. adorei essa forma de contar história, de falar de romance. tão divertidinho também, a coisa de mexer na casa, o jeito que o policial conversa com os panos de limpeza e os bichos de pelúcia, o apartamento chorando... nossa, muito bom. parece que esse diretor é bem falado mesmo, preciso ver os outros filmes dele :)
star wars: episode iv - a new hope (1977)
qual não foi minha surpresa ao ouvir, lá em dezembro, minha mãe dizer espontaneamente que tinha vontade de ver todos os filmes de star wars! surgia assim uma faísca de um desejo em comum que nos uniria. tive que pesquisar qual a ordem em que devia assistir os filmes; aparentemente a de lançamento é a recomendada pra quem não tem nenhum contato com a série, já que é como ela foi pretendida para ser vista, e também pra não estragar as surpresas. empolgante aquela música dramática e o texto correndo no início, show ver isso pela primeira vez assim de verdade, sem ser referência ou recorte. c-3po e r2d2 conduzindo a história, não imaginei que eles não iam ser parte da galera desde sempre; princesa leia que despacha os dois da nave dos rebeldes em segredo quando darth vader e o império a invadem. já começa assim capturada, pô, tamo mal hein. explodem o planeta dela a sangue frio mesmo ela supostamente revelando onde a base da rebelião tava localizada, putz. o oficial lá da nave parece um cadáver, me lembrou os memes do príncipe philip. luke criado pelos tios, curiosidade pela mensagem de leia em r2d2 e a missão pra ben kenobi, morte cruel da família (os corpos ali torrados!) e olha aí a jornada do herói bem na cara. a ~força~ abrindo os caminhos, energia que flui em tudo, não sabia que tinha um cunho meio religioso e que só sobrava darth vader como praticante conhecido. a musiquinha no bar, super reconhecível! star wars é de um nível que nem dá pra mapear a extensão das referências, né, vai saber de onde conheço. e ninguém dando a mínima pro braço amputado ou pro sujeito morto, só mais um dia normal ahhushu. chewbacca aparecendo primeiro, co-piloto de indiana jones – então é ele o tal han solo... a millenium falcon também super reconhecível, gosto do puxão no brilho das estrelas quando ativa a velocidade da luz. ai meu deus a tensão sexual entre os caras e leia, why... uma perseguiçãozinha básica dentro da nave inimiga pra resgatar ela, um lixão com uma serpente na água que afoga luke just because, geral com uma mira ruim do caramba kkk. morte de obi-wan e explosões com som no espaço hehe. gostosa a ideia de uma base rebelde, planos comunistas, colegas pilotando naves. ataque certeiro à estrela da morte, claro que seria luke quem conseguiria! e claro que darth vader ia estar fora dela quando a destruíssem... final feliz com medalhinhas, uhul. no fundo tava me preparando pra achar entediante ou geek demais pro meu gosto mas achei realmente bom, super dá vontade de acompanhar e saber mais. nem tinha me dado conta que esses filmes são da década que minha mãe nasceu, deve ter sido bem massa gostar de ficção científica desde essa época. eu confundi stormtroopers com jedis na primeira vez que apareceram e meu irmão me corrigiu, dá pra acreditar?
star wars: episode v - the empire strikes back (1980)
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| parece que usaram cartilagem da orelha dele pra reconstruir o nariz :| |



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