neon genesis evangelion (1995)
ah, sei lá, né. "parabains" no final por shinji ter entendido no último momento que todas as merdas que aconteceram com ele o moldam, que ele pode escolher o que fazer com tudo. insatisfatório porque queria que falassem mais dos EVAs, o que são, porque tem cheiro de sangue o plug, monstros, anjos. uns vídeos falando que não é esse o foco da história, que tudo gira em torno dos personagens, e eu entendo, é verdade, mas poxa. esperava mais, menos conceito, talvez. no começo surpreendeu (gostei) por ter tanta depressão de shinji, vários segundos de nada acontecendo, tudo parado, ele confrontando a questão toda de ter 14 anos e receber a função de pilotar uma máquina de matar alienígenas. pai usando ele total, tudo planejado, arquitetado. tava do outro lado. mas também pouco explicado o que são anjos, o tal de adam, lilith, que é isso. ayanami rei muito deprimida também, não se importa de existir ou morrer, faz o que deve fazer. ama o pai de shinji e faz parecer que é a mãe dele renascida. e aquilo tudo de cópias dela? não entendi muito bem. tinha uns episódios que a gente terminava e se olhava com cara de interrogação total. umas tecnologias e cálculos e escarcéus. um monte de ataque de anjo, combates meio que esperados, apesar das estratégias mudando. asuka chata demais, pelo amor de deus. ela falando alemão, "hallo", "guten morgen" e "wie geht's" auhsh. aiai, tem filme pra agradar os fãs que caíram em cima dos dois últimos episódios terminados no fim do orçamento, e mais outro pra resumir a história, talvez, nem sei. um dia a gente dá continuidade pra encerrar essa coiseirada. boa a música da abertura, sticky total.
zhazira (lovelove6)
sobre zhazira zhapparkul, halterofilista do cazaquistão, medalhista olímpica. sobre inspirar, mostrar a força da mulher, a não-conformidade de gênero na aparência e tal. legal o formato da zine, papelzinho dobrado, pequeno.
as pessoas são frágeis e ignorantes (lovelove6)
várias histórias curtas, já tinha visto a maioria no issuu da autora, eu acho. críticas ao estado, à sociedade machista, racista, heteronormativa, reducionista. "uma mulher não, qual!"; lembrava dessa frase. alguma sobre aborto, também. desenho legal. aquela coisa de querer fazer coisa assim.
várias histórias curtas, já tinha visto a maioria no issuu da autora, eu acho. críticas ao estado, à sociedade machista, racista, heteronormativa, reducionista. "uma mulher não, qual!"; lembrava dessa frase. alguma sobre aborto, também. desenho legal. aquela coisa de querer fazer coisa assim.
fortona (lovelove6)
mais de lovelove6 animadona com mulheres halterofilistas, fortes, independentes, intimidadoras. "você tem medo de sangue? eu sangro todo mês." não sei se todas são reais e/ou personagens, tem uma que parece brianne de game of thrones. "venha comigo, conheço um lugar cheio de mina foda!" cores massa, risografia, se não tô errada. curtinho.
mais de lovelove6 animadona com mulheres halterofilistas, fortes, independentes, intimidadoras. "você tem medo de sangue? eu sangro todo mês." não sei se todas são reais e/ou personagens, tem uma que parece brianne de game of thrones. "venha comigo, conheço um lugar cheio de mina foda!" cores massa, risografia, se não tô errada. curtinho.
sheiloca (lovelove6)
não esperava que sheiloca fosse ser tão chata, pelo menos no início. toda bully com fedora, só por causa da vagina perto do umbigo. nem sei porque o nome da hq foi esse em vez de amapô perigosa, por exemplo, que é mais centro da história... ou até fedora, as manas, não sei. o que acontece é que belly descobre que os ovos de onde vem as manas tão acabando, que elas vão se extinguir, e no fim acaba apoiando sheiloca embaraçada pra ter uma filhote, mesmo a cultura delas colocando isso como selvagem. loucura isso, talvez por precisar de um macho, e já que a sociedade toda é só de minas... mas claro que amapô, com esse nome, ia ser do vale. trans, parece, sem peitos, rejeitada pela própria comuna. fedora dá atenção, se apaixona, tempo passa e amapô até cria barba. vive nas árvores, onde se encontram, e um dia fedora aparece embaraçada. sheiloca faz as misturas pra ela abortar depois de levar broncona de fedora, que diz pra ela fazer o que quiser (no caso, ter o filho) se um dia estiver nessa situação, mas pra não se meter na decisão dela. strike pra defesa do direito ao aborto. quando vai ajudar ela a fugir sheiloca pede sêmen pra amapô e depois fica lá com as pernas pro alto, com isso na vulva. parece ter gozado quando dava a luz, tinha mesmo falado que se dedos ~lá~ já são bons, imagine um filhote... eita, hein. as doulas de alargador e pinturas legais no corpo, as divas velhonas tossindo. mana de soror sendo tipo uma parceira estabelecida, arranjada, não parece ter romance. difícil imaginar uma sociedade matriarcal com esse tipo de problema, mas massa o enredo da história e o rumo tomado. não sei por que gi não entendeu.
sonhei com quando vivíamos sobre as árvores (lovelove6)
isso tá em topografias, então já tinha lido. a autora disse que foi o começo de sheiloca, inspirações e tal. bonito, mulheres juntas, uma impedindo a outra de se deitar com um homem. questionamentos sobre a origem do ciúme. "amor é coisa do futuro".
isso tá em topografias, então já tinha lido. a autora disse que foi o começo de sheiloca, inspirações e tal. bonito, mulheres juntas, uma impedindo a outra de se deitar com um homem. questionamentos sobre a origem do ciúme. "amor é coisa do futuro".
grey's anatomy season 8 (2011-2012)
é aqui que tem o acidente de avião, não esperava. até cristina fala sobre tudo de ruim acontecer com eles, que quer se mandar de seattle; a própria série incrédula com a forçação de barra nisso. mas entendo que não dá pra ficar introduzindo personagem o tempo todo só pra outras pessoas morrerem. e tudo acontece em seattle, né, casos raros e tragédias insanas. ok, enfim, lexie morre, não lembrava :( tão bonita e legalzinha. mark também, mais tarde, sai falando epifanias no surto de energia logo antes de ficar pior. 30 dias sem melhora, então desligam os aparelhos, conforme o testamento de última hora. também não lembrava que cristina ficava malzão de novo, sem falar por muito tempo, não dormiu nos 4 dias na floresta, ouviu animais disputando o corpo de lexie. de novo derek quase perdendo as funções da mão, acidente clássico demais pra cirurgiões, viu. arizona foi no lugar de karev e aconteceu tudo isso, callie amputou a perna porque não tinha mais o que fazer, ela tá brigadona com os dois. kepner transa com avery, perde jesus, reprova nos exames, é demitida. todo mundo planejando ir pra outros programas, outras cidades; quero só ver se vão mesmo. grey como atendente ganha apelido de medusa, e bailey de booty call bailey por causa da paixãozinha com o anestesista. cristina e owen caindo aos pedaços, ele traindo ela com alguém qualquer, ela querendo saber de todos os detalhes e chorando copiosamente, depois rindo por estar perdendo tempo com um garoto quando deveria estar estudando pro exame decisivo dos médicos tudo. menina fugida de um cativeiro de muitos anos, dificuldade de lidar com gente, se liga a meredith, diz sentir falta do cara às vezes, teve bebê até. gêmeas siamesas de pais jovens, mulher com um leão de estimação, conferência nerd e um hobbit apaixonado por kepner. resumão: derek furioso com meredith por ela estragar o experimento, ela afastada da neurologia e indecisa sobre em que área se especializar (fica com bailey em cirurgia geral), eles ficando sem zola um tempão por causa dos conflitos mas depois recuperando, a mãe de avery toda flertosa e gente tentando impressionar ela, a irmã de tahani espiando avery e depois ficando com ele, o marido de teddy morrendo com yang operando sem saber que era ele, um tempão de teddy brava mandando ela dar detalhes sobre tudo o que aconteceu, webber sendo interrompido na cirurgia número 10000 porque a esposa com alzheimer tá descontrolada, ela indo pra uma casa de repouso e arranjando um namoradinho lá. a coisa de sempre dos pacientes trazerem questões e/ou levarem mensagens que são totalmente pros médicos atendendo eles, como lexie ajudando a escritora e discutindo que a personagem devia ficar com um cara e não o outro (confrontando o amor por mark e o conforto com avery) e yang mandando um cara aceitar que o marido foi morrendo gradualmente e que teria sido melhor se tivesse sido de uma vez, pra que ele não tivesse dúvidas.
girl, interrupted (1999)
não lembrava que o diagnóstico dela era de borderline. filme massa. ambivalente, escolher entre o diagnóstico de louca ou a vontade de ser sã. angelina jolie punkzera controladora, horrível a cena dela falando "verdades" pra daisy e na manhã seguinte a outra achar ela enforcada no banheiro. sei lá a coisa dos frangos embaixo da cama dela. não lembrava de whoopi goldberg e muito menos da principal sendo racista com ela enquanto dá uma de lisa. não lembrava que o namoradinho era jared leto, af. e muito menos que a menina da cara queimada era a atriz de handmaid's tale! legal a menina que faz a mentirosa patológica, mas parece que nunca tá em nada. e tão bonitinha susanna, o cabelinho, estilo. mas é, perto do que poderia ter sido, aquela instituição era muito tranquila. a terapeuta, também... doido pensar nessas situações e nas amizades, me faz lembrar de um passado conturbado em que eu imaginava ser susanna, praticamente. a gente sabe tão pouco de tudo. escrever pensamentos, mesmo que sejam ruins e a gente saiba que são, só pra tirar de si (bem cruel a cena de lisa lendo o que susanna escreveu sobre as outras meninas pra elas). "i'm going to write". deep. é aqui que a personagem fala de ter um joguinho em que fica pensando "live" ou "die" de acordo com o sucesso com as coisas simples da vida? porque muito real.
the good place season 4 (2019-2020)
eleanor fica no controle do experimento, fingindo ser arquiteta, e tem uma bobeirinha de ~só ela ser capaz de fazer isso tudo, sendo humana, tendo melhorado tanto e tal. passam um bom tempo tentando descobrir mais sobre os quatro humanos-alvo, que são um cara idiotíssimo machista racista rico convencido de que é melhor que todo mundo, um gayzão fofoqueiro, aquela neurocientista australiana massa e chidi. simone (a neurocientista) acha que é tudo brisa do cérebro dela pós-morte, no começo, e fica toda doida. os humanos novos descobrem que jianyu é jason, simone tem uma teoria perfeita de que estão sendo observados e testados, eleanor e michael usam o último recurso clássico de dar risada maligna e confirmar que "esse é o bad place". acaba que três dos quatro humanos do experimento novo melhoraram, exceto o cara idiotão, e a juíza concorda que michael tá certo sobre o sistema ser falho, mas declara que vai reiniciar a humanidade pra começar tudo de novo, direito. todas as janets se unem e escondem o aparelhinho de exterminar humanos pra dar tempo de bolarem um plano, e sugerem uma prova que as pessoas tomam ao morrer, podendo acessar as memórias e sabendo onde erraram, pra que todos tenham a mesma chance de escolher se tornar melhores ou não. arquitetos do bad place designam as provas, colocando desafios morais pra cada dificuldade da pessoa e atuando na coisa toda. vicky é a melhor nisso, porque passou um tempão tentando ~entrar na mente~ de michael com o traje de michael que fizeram pra sabotar o experimento. no fim os quatro vão pro good place por terem salvo a humanidade, mas ao chegar lá descobrem que todos estão apáticos e meio lesados porque têm a eternidade pra terem todos seus desejos satisfeitos, então nada mais tem graça. dura pouco esse problema porque eleanor logo se dá conta de que o que faz a vida ser especial é o fato de que ela acaba, assim como férias e etc, e aí eles (janet) inventam essa porta que supostamente te dá grande paz e te devolve ao universo. passam diferentes números de jeremy bearimys e os quatro vão indo, primeiro jason (que acaba esperando na floresta como um monge até janet reaparecer pra dar o colar que fez pra ela nunca esquecer dele), depois tahani só que não (ela resolve aprender a ser uma arquiteta), chidi ("mandaram bem, budistas" – a onda retornando ao oceano) e por último eleanor. michael queria e não conseguia, então transformaram ele em humano e ele foi viver na terra pra um dia poder morrer. um bom final. na real não vi muita vantagem pro povo do bad place, porque a maioria dos humanos tava passando o teste; eles vão ficar só nessa de fazer a prova mesmo, sem ganhar uma boa quantia de gente pra torturar? quer dizer, ótimo, mas parece que eles também se tornaram melhorzinhos.
eleanor fica no controle do experimento, fingindo ser arquiteta, e tem uma bobeirinha de ~só ela ser capaz de fazer isso tudo, sendo humana, tendo melhorado tanto e tal. passam um bom tempo tentando descobrir mais sobre os quatro humanos-alvo, que são um cara idiotíssimo machista racista rico convencido de que é melhor que todo mundo, um gayzão fofoqueiro, aquela neurocientista australiana massa e chidi. simone (a neurocientista) acha que é tudo brisa do cérebro dela pós-morte, no começo, e fica toda doida. os humanos novos descobrem que jianyu é jason, simone tem uma teoria perfeita de que estão sendo observados e testados, eleanor e michael usam o último recurso clássico de dar risada maligna e confirmar que "esse é o bad place". acaba que três dos quatro humanos do experimento novo melhoraram, exceto o cara idiotão, e a juíza concorda que michael tá certo sobre o sistema ser falho, mas declara que vai reiniciar a humanidade pra começar tudo de novo, direito. todas as janets se unem e escondem o aparelhinho de exterminar humanos pra dar tempo de bolarem um plano, e sugerem uma prova que as pessoas tomam ao morrer, podendo acessar as memórias e sabendo onde erraram, pra que todos tenham a mesma chance de escolher se tornar melhores ou não. arquitetos do bad place designam as provas, colocando desafios morais pra cada dificuldade da pessoa e atuando na coisa toda. vicky é a melhor nisso, porque passou um tempão tentando ~entrar na mente~ de michael com o traje de michael que fizeram pra sabotar o experimento. no fim os quatro vão pro good place por terem salvo a humanidade, mas ao chegar lá descobrem que todos estão apáticos e meio lesados porque têm a eternidade pra terem todos seus desejos satisfeitos, então nada mais tem graça. dura pouco esse problema porque eleanor logo se dá conta de que o que faz a vida ser especial é o fato de que ela acaba, assim como férias e etc, e aí eles (janet) inventam essa porta que supostamente te dá grande paz e te devolve ao universo. passam diferentes números de jeremy bearimys e os quatro vão indo, primeiro jason (que acaba esperando na floresta como um monge até janet reaparecer pra dar o colar que fez pra ela nunca esquecer dele), depois tahani só que não (ela resolve aprender a ser uma arquiteta), chidi ("mandaram bem, budistas" – a onda retornando ao oceano) e por último eleanor. michael queria e não conseguia, então transformaram ele em humano e ele foi viver na terra pra um dia poder morrer. um bom final. na real não vi muita vantagem pro povo do bad place, porque a maioria dos humanos tava passando o teste; eles vão ficar só nessa de fazer a prova mesmo, sem ganhar uma boa quantia de gente pra torturar? quer dizer, ótimo, mas parece que eles também se tornaram melhorzinhos.
joker (2019)
tão triste e sombrio. música incrível, compositora (mulher!) islandesa (!). arthur é bastante deprimido, constantemente humilhado, tem aquela doença mental que faz a pessoa rir do nada sem controle (uma opinião boa aqui). mora com a mãe e cuida dela, sempre checando a correspondência porque ela espera receber resposta de um tal wayne, ricão da cidade de gotham (batman/bruce é filho dele, aparece criança). um outro palhaço que trabalha com arthur dá um revólver a ele, e uma noite no trem quando três caras começam a bater nele, ele os mata a sangue frio. a mãe diz que só wayne pode ajudar com os problemas deles e da cidade, que tá numa greve de coleta de lixo e tendo serviços sociais cortados, mas arthur abre uma carta e vê a mãe falando que ele é filho do cara. mais tarde descobre que foi adotado, que a mãe tinha psicose e distúrbio nascisista, que sofreu maus tratos dela quando criança. ele percebe que fantasiou sobre um romancezinho com a vizinha, também, e vai criando uma raivona. depois do assassinatos no metrô começou a ter movimentos na cidade protestando contra os ricos, geral usando máscara de palhaço, e ele vai se sentindo mais confiante. um apresentador de tv que ele sempre assiste passa um vídeo dele fazendo um stand up e rindo sem controle, faz piada, e putz, véi, que bosta. depois chamam ele pro programa e lá ele confessa o crime, começa a falar da negligência das autoridades pra com as pessoas humildes, que se ele tivesse morto na sargeta iam passar por cima sem nem olhar. piadas suicidas, do tipo "i hope my death makes more cents than my life". e então "what do you get when you cross a mentally ill loner with a society that abandons him and treats him like trash? you get what you fucking deserve." e bang no apresentador, um tiro na cabeça. tudo muito chocante e forte. no final alguém mata os pais de bruce na rua, tiram arthur do carro de polícia e o aplaudem. bom filme.
jojo rabbit (2020)
criancinha nazistinha indo pra um acampamento infantil que educa sobre o nazismo e as técnicas de guerra. não sei se existiu de verdade um negócio desses. o capitão ou sei lá é aquele ator que faz o policial idiota em three billboards outside ebbing, missouri, e desde lá nunca mais consego olhar pra ele sem ter raiva. perdeu a visão de um dos olhos na guerra e tá ali porque não serve mais. bebe o tempo todo. jojo vira jojo rabbit porque não consegue quebrar o pescoço de um coelho que deram na mão dele. tem hitler como amigo imaginário, que é o próprio diretor, taika waititi. que dirigiu thor ragnarok, aquela doideira toda. ele é indígena neozelandês e faz um humor legal, pelo menos. mas enfim, esse hitler incentiva jojo a aproveitar as qualidades do coelho, e acaba que ele se taca numa granada e se fere todo. fica com uns negócios na cara e não anda mais perfeitamente, mas nada a ponto de justificar ele ficar se chamando de aberração. a mãe é scarlett johansson, toda animadinha e criativa, secretamente da resistência contra a guerra. o pai supostamente tá lutando por hitler, mas depois tudo se explica, ele também faz coisas contra (mas tá em outro país). por causa dos ferimentos jojo fica em casa e descobre que tem uma menina escondida na parede, que era amiga da irmã mais velha dele (que morreu). judia, claro. primeiro ele a ameaça, ficam em conflito, jojo maquinando as coisas com o hitler dele, fazendo um livro sobre judeus (dormirem como morcegos, virem do centro da terra, um monte de besteira). mas eles vão se tornando amigos, e jojo até tem uma quedinha por ela (bem bonita mesmo). triste quando ele percebe a mãe enforcada junto com traidores, em praça pública. só mostra os sapatinhos que ela sempre usava. no final os americanos invadem a cidade, o capitão xinga ele de judeu pra que fique livre (parece gay com um soldadinho assistente), o amigo gordinho levando canhão admite que não é um bom momento pra ser nazista... e a judia dança, como prometido quando a guerra acabasse. bem bonito, outro jeito de se contar essa história. quero ver mais do cara agora. preciso pesquisar as músicas alemãs da trilha sonora também.
harry potter and the sorcerer's stone (j.k. rowling)
reli pra acompanhar talita, mas usei o kindle de julia pra ser em inglês. ótimo que dá pra ver dicionário só pressionando sobre uma palavra desconhecida, então não tive muitos problemas (e a maioria das coisas já sabia, por causa da internet e do fandom mesmo). massa a coisa de ler sabendo o que esperar e, portanto, sabendo onde notar os detalhes da "realidade". lembrava mais do que imaginei, mas ainda me peguei surpresa com snape salvando harry de quirrell no quadribol, e não amaldiçoando, por exemplo. não esperava que hagrid fosse ter um jeito de falar diferente (que, se eu tiver entendido direito, é cockney, um dialeto da classe operária de londres); na tradução não fizeram nada especial e não me recordo de nada na legenda do filme também. quero rever logo também. ah, isso de ler junto é interessante também pra ir comparando a tradução, pensando nas equivalências. não gosto muito de mudarem nomes: will pra gui – eu sei que william/willhelm é guilherme em português –, charles pra carlinhos, ficarem chamando hagrid de rúbeo – entendível, não costumamos usar sobrenome pra chamar os outros, mas né –, dean pra dino – esse é até engraçado... se o livro fala claramente que se passa em londres, deixa as coisa acontecer sem localização (como termo da tradução, aqui). de qualquer forma, é um livro pra criança e adolescente, então quem sabe. não lembrava de hermione demorando pra se tornar colega, tava esperando aquilo do filme dela entrar no vagão se metendo na conversa... meu deus, eu era muito ela, véi. estudiosa pra caramba e toda espertinha. que tios horríveis harry tinha, viu. muito bom ele libertando a jiboia (boa constrictor) e ela dando um "thankssss, amigo" depois de "brazil, here i come"! às vezes tudo que a gente precisa é reler livros que dão um quentinho, em que as coisas vão pra frente sem enrolação, a escrita é fluida e a história interessante sempre. talita comentou da falta de sentido nas armadilhas até a pedra, já que três alunos do primeiro ano conseguiram passar por tudo... e falando que esse era a câmara secreta ahushu.
how to sell drugs online (fast) (2019)
comecei a ver pra estudar alemão, mas até que é boazinha. muita coisa moderninha de conversa aparecer na tela, bem como coisa da internet e sei lá mais o quê... história sendo contada rápida, coisa acontecendo enquanto fala, pá, pum. sons legais, cada vez gosto mais de ouvir alemão. felizona de entender frases inteiras ou captar o sentido das estruturas que não estudei. um dia vou falar rápido assim. e todas as escolas tem aquela arquitetura moderna, daqui e de dark? uau. mas a história: moritz namorava lisa, que ficou um tempão nos eua de intercâmbio e voltou diferente, usando drogas, não querendo mais namoro. um tal de dan tá sempre com ela, bonitinho da escola, e moritz nerdzão hackeia a conta dela no facebook pra ficar apagando respostas dele. ela descobre, usa o microfone de anúncios da escola pra dar uma lição, ok. moritz e o amigo lenny se envolvem com um traficante, buba, que fornecia coisa pra dan, que repassava. ficam devendo um monte, o cara vai preso, acha que foi eles que denunciaram, quando é solto pega eles e quase mata mas acaba estourando os miolos testando a arma feita em impressora 3d que lenny tinha. tinham começado um site na darknet pra vender ecstasy, botam na cleanweb e mudam de fornecedor. no fim acabam tendo que se juntar a dan pra dar continuidade ao site. parece que tão contando a história da prisão ou sei lá, gente gravando, lenny de barba no finzinho... câmera e tudo. lenny é massa, tem alguma doença, precisa usar cadeira de roda, vai morrer em breve e parece que a mãe tá vendo coisa de adoção pra depois (supostamente). lisa beija dan uma hora, na festa da amiga, que overdosa de droga comprada no site deles... ah, acaba com lisa vendo drogas com moritz. músicas legais também.
charlie's angels (2019)
já tinha visto vários vídeos no youtube de kristen e as outras duas jogando alguma coisa e falando sobre bem por cima, então fui ver sem esperar nada de mais, só que seria pra rir, leve, que nem kristen disse. talita achou pior que d.e.b.s. porque, segundo ela, "debs pelo menos não tava tentando pagar de não esculhambado". não concordo, mas tipo, bem, beeem raso, né. começou horrivelmente com kristen em missão no brasil, falando um português que não dava pra defender nem vindo dela, porque o que custava ver como o tradutor reproduziria aquela fala, gente. professor xavier sendo aposentado, cientista/inventora de uma empresa sendo oprimida por macho que não escuta a razão, negócio de inteligência artificial que mexe com energia sendo uma arma em potencial e caindo nas mãos erradas, obviamente. acaba se metendo com as espiãs pra resolver a coisa toda, ir atrás do comprador e recuperar o negócio, e quando a chefe some faz parecer que ela era parte da trama toda. mas claro que é o professor xavier, malvado. o dono da empresa é aquele de me before you, mas o personagem é tão tosqueira... na festa que ele dá o atirador fodão acaba morto caindo numa escultura de gelo e sendo perfurado, que é isso, do nada uma brutalidade dessas. inesperado. e as mulheres todas da festa eram angels... claro... aiai, mais um filme só pra olhar pra kristen. e foi massa ver ela fazendo uma personagem toda diferente, animada, engraçadinha. só não peguei muito onde tava o "assumidamente lésbica" que vi em algum lugar que ela tinha exigido que a personagem fosse.
tão triste e sombrio. música incrível, compositora (mulher!) islandesa (!). arthur é bastante deprimido, constantemente humilhado, tem aquela doença mental que faz a pessoa rir do nada sem controle (uma opinião boa aqui). mora com a mãe e cuida dela, sempre checando a correspondência porque ela espera receber resposta de um tal wayne, ricão da cidade de gotham (batman/bruce é filho dele, aparece criança). um outro palhaço que trabalha com arthur dá um revólver a ele, e uma noite no trem quando três caras começam a bater nele, ele os mata a sangue frio. a mãe diz que só wayne pode ajudar com os problemas deles e da cidade, que tá numa greve de coleta de lixo e tendo serviços sociais cortados, mas arthur abre uma carta e vê a mãe falando que ele é filho do cara. mais tarde descobre que foi adotado, que a mãe tinha psicose e distúrbio nascisista, que sofreu maus tratos dela quando criança. ele percebe que fantasiou sobre um romancezinho com a vizinha, também, e vai criando uma raivona. depois do assassinatos no metrô começou a ter movimentos na cidade protestando contra os ricos, geral usando máscara de palhaço, e ele vai se sentindo mais confiante. um apresentador de tv que ele sempre assiste passa um vídeo dele fazendo um stand up e rindo sem controle, faz piada, e putz, véi, que bosta. depois chamam ele pro programa e lá ele confessa o crime, começa a falar da negligência das autoridades pra com as pessoas humildes, que se ele tivesse morto na sargeta iam passar por cima sem nem olhar. piadas suicidas, do tipo "i hope my death makes more cents than my life". e então "what do you get when you cross a mentally ill loner with a society that abandons him and treats him like trash? you get what you fucking deserve." e bang no apresentador, um tiro na cabeça. tudo muito chocante e forte. no final alguém mata os pais de bruce na rua, tiram arthur do carro de polícia e o aplaudem. bom filme.
jojo rabbit (2020)
criancinha nazistinha indo pra um acampamento infantil que educa sobre o nazismo e as técnicas de guerra. não sei se existiu de verdade um negócio desses. o capitão ou sei lá é aquele ator que faz o policial idiota em three billboards outside ebbing, missouri, e desde lá nunca mais consego olhar pra ele sem ter raiva. perdeu a visão de um dos olhos na guerra e tá ali porque não serve mais. bebe o tempo todo. jojo vira jojo rabbit porque não consegue quebrar o pescoço de um coelho que deram na mão dele. tem hitler como amigo imaginário, que é o próprio diretor, taika waititi. que dirigiu thor ragnarok, aquela doideira toda. ele é indígena neozelandês e faz um humor legal, pelo menos. mas enfim, esse hitler incentiva jojo a aproveitar as qualidades do coelho, e acaba que ele se taca numa granada e se fere todo. fica com uns negócios na cara e não anda mais perfeitamente, mas nada a ponto de justificar ele ficar se chamando de aberração. a mãe é scarlett johansson, toda animadinha e criativa, secretamente da resistência contra a guerra. o pai supostamente tá lutando por hitler, mas depois tudo se explica, ele também faz coisas contra (mas tá em outro país). por causa dos ferimentos jojo fica em casa e descobre que tem uma menina escondida na parede, que era amiga da irmã mais velha dele (que morreu). judia, claro. primeiro ele a ameaça, ficam em conflito, jojo maquinando as coisas com o hitler dele, fazendo um livro sobre judeus (dormirem como morcegos, virem do centro da terra, um monte de besteira). mas eles vão se tornando amigos, e jojo até tem uma quedinha por ela (bem bonita mesmo). triste quando ele percebe a mãe enforcada junto com traidores, em praça pública. só mostra os sapatinhos que ela sempre usava. no final os americanos invadem a cidade, o capitão xinga ele de judeu pra que fique livre (parece gay com um soldadinho assistente), o amigo gordinho levando canhão admite que não é um bom momento pra ser nazista... e a judia dança, como prometido quando a guerra acabasse. bem bonito, outro jeito de se contar essa história. quero ver mais do cara agora. preciso pesquisar as músicas alemãs da trilha sonora também.
harry potter and the sorcerer's stone (j.k. rowling)
reli pra acompanhar talita, mas usei o kindle de julia pra ser em inglês. ótimo que dá pra ver dicionário só pressionando sobre uma palavra desconhecida, então não tive muitos problemas (e a maioria das coisas já sabia, por causa da internet e do fandom mesmo). massa a coisa de ler sabendo o que esperar e, portanto, sabendo onde notar os detalhes da "realidade". lembrava mais do que imaginei, mas ainda me peguei surpresa com snape salvando harry de quirrell no quadribol, e não amaldiçoando, por exemplo. não esperava que hagrid fosse ter um jeito de falar diferente (que, se eu tiver entendido direito, é cockney, um dialeto da classe operária de londres); na tradução não fizeram nada especial e não me recordo de nada na legenda do filme também. quero rever logo também. ah, isso de ler junto é interessante também pra ir comparando a tradução, pensando nas equivalências. não gosto muito de mudarem nomes: will pra gui – eu sei que william/willhelm é guilherme em português –, charles pra carlinhos, ficarem chamando hagrid de rúbeo – entendível, não costumamos usar sobrenome pra chamar os outros, mas né –, dean pra dino – esse é até engraçado... se o livro fala claramente que se passa em londres, deixa as coisa acontecer sem localização (como termo da tradução, aqui). de qualquer forma, é um livro pra criança e adolescente, então quem sabe. não lembrava de hermione demorando pra se tornar colega, tava esperando aquilo do filme dela entrar no vagão se metendo na conversa... meu deus, eu era muito ela, véi. estudiosa pra caramba e toda espertinha. que tios horríveis harry tinha, viu. muito bom ele libertando a jiboia (boa constrictor) e ela dando um "thankssss, amigo" depois de "brazil, here i come"! às vezes tudo que a gente precisa é reler livros que dão um quentinho, em que as coisas vão pra frente sem enrolação, a escrita é fluida e a história interessante sempre. talita comentou da falta de sentido nas armadilhas até a pedra, já que três alunos do primeiro ano conseguiram passar por tudo... e falando que esse era a câmara secreta ahushu.
how to sell drugs online (fast) (2019)
comecei a ver pra estudar alemão, mas até que é boazinha. muita coisa moderninha de conversa aparecer na tela, bem como coisa da internet e sei lá mais o quê... história sendo contada rápida, coisa acontecendo enquanto fala, pá, pum. sons legais, cada vez gosto mais de ouvir alemão. felizona de entender frases inteiras ou captar o sentido das estruturas que não estudei. um dia vou falar rápido assim. e todas as escolas tem aquela arquitetura moderna, daqui e de dark? uau. mas a história: moritz namorava lisa, que ficou um tempão nos eua de intercâmbio e voltou diferente, usando drogas, não querendo mais namoro. um tal de dan tá sempre com ela, bonitinho da escola, e moritz nerdzão hackeia a conta dela no facebook pra ficar apagando respostas dele. ela descobre, usa o microfone de anúncios da escola pra dar uma lição, ok. moritz e o amigo lenny se envolvem com um traficante, buba, que fornecia coisa pra dan, que repassava. ficam devendo um monte, o cara vai preso, acha que foi eles que denunciaram, quando é solto pega eles e quase mata mas acaba estourando os miolos testando a arma feita em impressora 3d que lenny tinha. tinham começado um site na darknet pra vender ecstasy, botam na cleanweb e mudam de fornecedor. no fim acabam tendo que se juntar a dan pra dar continuidade ao site. parece que tão contando a história da prisão ou sei lá, gente gravando, lenny de barba no finzinho... câmera e tudo. lenny é massa, tem alguma doença, precisa usar cadeira de roda, vai morrer em breve e parece que a mãe tá vendo coisa de adoção pra depois (supostamente). lisa beija dan uma hora, na festa da amiga, que overdosa de droga comprada no site deles... ah, acaba com lisa vendo drogas com moritz. músicas legais também.
charlie's angels (2019)
já tinha visto vários vídeos no youtube de kristen e as outras duas jogando alguma coisa e falando sobre bem por cima, então fui ver sem esperar nada de mais, só que seria pra rir, leve, que nem kristen disse. talita achou pior que d.e.b.s. porque, segundo ela, "debs pelo menos não tava tentando pagar de não esculhambado". não concordo, mas tipo, bem, beeem raso, né. começou horrivelmente com kristen em missão no brasil, falando um português que não dava pra defender nem vindo dela, porque o que custava ver como o tradutor reproduziria aquela fala, gente. professor xavier sendo aposentado, cientista/inventora de uma empresa sendo oprimida por macho que não escuta a razão, negócio de inteligência artificial que mexe com energia sendo uma arma em potencial e caindo nas mãos erradas, obviamente. acaba se metendo com as espiãs pra resolver a coisa toda, ir atrás do comprador e recuperar o negócio, e quando a chefe some faz parecer que ela era parte da trama toda. mas claro que é o professor xavier, malvado. o dono da empresa é aquele de me before you, mas o personagem é tão tosqueira... na festa que ele dá o atirador fodão acaba morto caindo numa escultura de gelo e sendo perfurado, que é isso, do nada uma brutalidade dessas. inesperado. e as mulheres todas da festa eram angels... claro... aiai, mais um filme só pra olhar pra kristen. e foi massa ver ela fazendo uma personagem toda diferente, animada, engraçadinha. só não peguei muito onde tava o "assumidamente lésbica" que vi em algum lugar que ela tinha exigido que a personagem fosse.