segunda-feira, 31 de maio de 2021

assistidos em maio (17)

shadow and bone S01 (2021)

descobri que aquele livro preferido de cindy, six of crows, faz parte do universo dessa série ("grishaverse"), e até seji vai ler os livros pra depois assistir, então fiquei com vontade de ver também. consigo imaginar dani no celular, assistindo isso dublado no horário de almoço da times... fantasia young adult, será que achei o ya que aprovo? finalmente entendendo as referências ao tal darkling, the fold, etc. esse muro de fumaça e monstros dividindo um país ao meio, criado por acidente por um grisha, que é uma pessoa capaz de usar o que chamam de little science pra manipular matéria. acreditam que só o oposto dessa escuridão poderia destruí-la, um grisha sun summoner, e alina acaba sendo essa pessoa. num instante ela é arrancada do amigo com quem cresceu num orfanato e passa a ser perseguida everywhere. um trio de vigaristas com o trabalho de capturá-la, uma galera que persegue e mata grishas porque os considera bruxos do mal, gente que vê alina como santa e gente que quer ela morta... nesse vídeo cindy se pergunta se as pessoas que não leram os livros iam conseguir acompanhar tanta informação sobre personagens, world building e etc logo de cara, e realmente senti os primeiros episódios meio pesados nesse sentido; tava até difícil dar conta das legendas, mas depois foi ficando mais tranquilo (só solidifiquei alguns conhecimentos graças aos destaques no instagram da série). vi comentários apreciando o protagonismo também, a representação de uma pessoa mixed-race e os conflitos a partir disso, só não consegui pegar muito o porquê dos shu serem vistos como inimigos, se quem criou a fenda foi uma pessoa do próprio país de ravka (os shu nem aparecem, na real, né). também vi críticas quanto ao uso do racismo individualizado em vez de sistêmico, considerando que tem vários outros personagens de outras etnias que não recebem nem metade do que alina sofre (esse vídeo foi ótimo). uns nomes eslavos, "moi tsar" e "moya tsaritsa", ketterdam baseada numa amsterdam do passado... fiquei pensando que era só ter uma protagonista lésbica e pronto, ela não ia se deixar seduzir pelo malvado metido a galã (velho demais pra alina, aliás – odeio essas coisas nojentas de "esperei por você a minha vida inteira") e já ia ter outro desenrolar. sempre suspeitei desse cara. príncipe caspian, engraçado. e como seria massa ter amizade no centro de tudo, sem brecha pra romance... bem especial a coisa de alina e mal (bonitinho esse menino, viu?); gostei de como os dois se apoiaram na infância e a explicação pra ela não saber que era grisha. novidade (pra mim) ver homossexualidade ser tratada tão casualmente em fantasia, com a colega no little palace falando de ficar com zoya (what a perfect nose she has) e jesper flertando com o cocheiro e se pegando com ele. pelo que vejo com cindy e etc tá aparecendo muito nessas fantasias jovens mais novas, que não acompanho. no começo tava reparando nas imperfeições de cenário e efeitos, as keftas com mangas meio curtas, o chifre do veado com cara de falso, mas no fim não me importei mais. gosto de inej e me pergunto o que move kaz a se comprometer com a liberdade dela; interessante a fé dela também (o olhar lindo emocionado vendo alina conjurar luz no salãozão!). putz, a nova clavícula de alina, que loucura (nojentinho o pedaço de osso na mão do general). bom os alívios cômicos com jesper, de leve. ficava o tempo todo contando pra ver se ia dar six crows heuhue. será que eles vão ficar unidos? alina tinha era que mudar a aparência, corta esse cabelo, minha filha. claro que o darkling ia sobreviver à fenda, né. ah, nina e matthias; gostei muito da personagem dela, o jeitinho que fala, afiada em toda frase, e como é agradável ver um corpo não padrão!... mas vi gente falando que ela não é plus size de verdade e que a netflix descartou uma oportunidade marcante vinda dos livros, que bosta. esses tropes de enemies to lovers, childhood friends to lovers, me sinto jovem me inteirando dessas coisas kkk. simoneandherbooks acha que vai levar mais uns 5 anos pra segunda temporada.

the mitchells vs. the machines (2021)

unalom recomendou pra #sextaremcasa e acabei fazendo isso mesmo. bem comum os filmes e séries do netflix terem contas no instagram agora, né (ou foi sempre assim?); unalom compartilhou essa "entrevista" com o cachorro que dubla o cachorro do filme (real! hauhah) e vi mais coisas legaizinhas lá. me surpreendi demais com como os mitchells se parecem com a gente! o pai fã da natureza e sem habilidades com tecnologia e internet, o irmão sabe-tudo de dinossauros, a irmã anos mais velha indo pra faculdade (e lésbica heheh), a mãe virando uma máquina de destruição kkk. ri alto de verdade em algumas cenas, tipo essa (que tem até a música de era do gelo 3!!!), e fiquei com um sorrisinho praticamente o tempo todo, e depois que terminou também. os créditos com fotos em família me deixaram sensível... fiquei pensando em como não tenho muito ânimo pra brincar com meu irmão e ser criança. eu tava mais disposta até pouco tempo mas nas últimas semanas me sinto como quando eu cuidava dele, tendo um bloqueio total a qualquer atividade criativa ou descontraída que ele me chama pra fazer... antes do filme ele tinha brincado com minha mãe com as coisas que resgatou do baú e isso também me deixou reflexiva. enfim, a irmã do filme é super descolada e doida, faz vídeos e desenha e anima com muitos efeitos, memes, etc. o filme é como se fosse uma das coisas dela afinal, bem nesse estilo soco de informações e estímulos visuais e sonoros e doideiras. é cansativo, devo dizer. a premissa de uma revolta das máquinas é bem clichê, mesmo, mas a história é sobre mais do que isso: katie e o pai sempre tiveram atritos e agora ela finalmente vai poder sair de casa, porque conseguiu entrar na faculdade e vai estudar na califórnia, mas o pai tem a ideia de levá-la até lá de carro pra terem uma viagem em família de despedida. nisso tá sendo lançada uma nova versão dessa inteligência artificial chamada pal, mas claro que a versão descartada arquitetou uma revolta pra capturar os humanos e jogá-los no espaço. de alguma forma os mitchells são os únicos que escapam e, com a ajuda de dois androids que deram defeito e ainda obedecem comandos, vão atrás de inserir o código-bomba no sistema. um filme bem divertido sobre mudanças, amor e criatividade :)

star wars: episode I - the panthom menace (1999)

gosto de como o preto parece uma coruja heh
tive que pesquisar pra entender o nome de qui-gon, pelo amor de deus. não sei se a dublagem desse foi mais confusa ou era só o menor conhecimento que eu tinha mesmo. ewan mcgregor como obi-wan jovem, é aqui que tem o clássico trancinha + rabinho de cavalo e ele é chamado de jovem padawan. (pensei agora em "pequeno gafanhoto" mas isso é de karatê kid, parece.) rainha amidala!!! gosto muito dos penteados elaboradíssimos, engraçado o tanto que mudam, e da maquiagem e das roupas também. percebi que ela mudou de cara, fiquei desconfiada e lembrei de keira knightley não lembrando mais que papel fez em star wars; no fim era estratégia de segurança pra rainha natalie portman. tinham 12 e 16 anos aqui só. a questão com ela é protegê-la de uma galera querendo forçá-la a assinar alguma coisa sobre uma rota de comércio, taxas e sei lá o que mais. o planeta dela é naboo, gosto das muitas cores nas roupas e em tudo. qui-gon e obi-wan trombando com jar jar binx, não dá pra entender nada que ele fala, não esperava que ele fosse tão besta e atrapalhado. legal a cidade secreta do povo dele ser embaixo d'água, um blob de ar em volta. orelhonas que parecem cabelo, eles são bem dinossauros, né. vão pra tatooine pra arranjar uma peça pra nave e encontram
anakin criança.
olhando de perto esses chifres tão estranhos...
 ele e a mãe são escravos, mas não parece muito pesado além da falta de liberdade. totalmente inesperado ele não ter pai, a mãe só ter engravidado do nada, alô jesus?... e c-3po criado por ele! uma corrida doida em que apostam tudo no menino, era nerd e piloto que nem luke, já percebem aí uma quantidade anormal das células de jedi ou sei lá. profecia de alguém que vai trazer o equilíbrio pra força, aham. medo e raiva sendo perigosos mas qui-gon insistindo, declarando kenobi como pronto pra fazer a prova pra poder pegar ele como aprendiz. isso de deixar a mãe pra trás vai dar errado, já tô vendo. darth maul, um sith, cara maul (risos) vermelho com chifres; já fiquei espiando minha mãe pra ver se ela desaprovava, preciso me acostumar que ela não parece ligar mais. por algum motivo ele me chamou a atenção, gostei dos traços do rosto pintado assim e principalmente das roupas, queria poder ter um estilo massa desses. no fim ele mata qui-gon antes de kenobi jogar ele no buraco (por que diabo todos esses lugares tem um buracão pro nada?). o conselho ou sei lá dos jedis com yoda, samuel l. jackson e vários outros aliens, ainda existiam em quantidade nessa época, né. meio confuso o que tá acontecendo, muita informação e personagens novos, tivemos que ver em duas parcelas. bom de ter conhecido personagens importantes e clássicos, mas não gostei muito, não. tão longo, né... esses nomes nunca são o que eu esperava na pronúncia, padmé amidála, ánakin. preciso olhar o original.

catfight (2016)

só tava na minha lista por causa de sandra oh, e boy, was i disappointed. a personagem dela tem um filho que parece da idade dela, me perguntei se era uma pegada pen15 mas era só mais um cara de 20 e poucos designado pra ser adolescente. rica por causa do casamento com um cara feio que aparentemente trabalha com uma empresa que recolhe destroços da guerra ao iraque. é isso mesmo? falam o tempo todo de guerra, bush, oriente médio e terrorismo, humor negro e crítica social foda. encontra com uma colega da faculdade, artista lésbica sem sucesso ajudando a namorada sendo garçonete no evento do marido da ota. ofensinhas sem sensibilidade, se encontram na escadaria e descem a porrada uma na outra, coisa de sangue e quebrar a cara mesmo. sandra oh vai parar no hospital e acorda anos depois, o marido e o filho mortos, suicídio e alistamento na guerra (praticamente a mesma coisa). tudo se inverteu, a amiga tá ricassa com os quadros vermelhos falando sobre a guerra e o capitalismo. tá tentando ter filho com a namorada, eca isso de esperar um cara se masturbar e ir lá botar o sêmen na vagina. brigam de novo, a outra que entra em coma, se reencontram no meio do mato na casa da tia doida da ota, blábláblá. chega pulei várias partes, as brigas, os barulhos de soco mentirosos. que bosta. nada se salva, não. uma personagem artista tem aquela voz fininha que parece de mentira igual aquela brasileira, flavinha, sei lá.

star wars: episode II - attack of the clones (2002)

well, this was even worse. uns 10 anos se passam, upgrade de anakin, mas adolescente chato que acha que sabe tudo e é melhor que o mestre. obi-wan bem rude com ele também, briguinhas e desentendimentos, um manda e o outro desobedece. não é possível que esse cara acha que tenha alguma chance com amidala, que conheceu ele pirralho, né? E DE FATO ACONTECE ALGO??? tudo errado, que nojo. fascista do caramba, fazendo piada com ditadura porque acha que a democracia não tá funcionando, como se apaixona por um cara desses? ela agora é senadora, foi rainha por dois mandatos, "uma das mais jovens a assumir o posto". ainda tão atrás dela, dessa vez pra matar; uma das sósias é pega nessa. um caçador de recompensas, um planeta que não aparece nos mapas, clonadores. adoreiiiii esses aliens, olha esses olhos, a altura...
e esse enfeitinho na cabeça hehe *-*
minha mãe achou que lembrava avatar, ok né. tão fazendo um exército absurdo encomendado pelo antigo líder da república; ele foi morto logo depois e ninguém ficou sabendo dessa. o atual é um cabeça-branca que não parece boa pinta, viu, tô achando que o imperador lá da frente vai ser ele. elegem ele como líder provisório do conselho galáctico (nesse ponto nem sei mais se tô inventando nomes), daí pra dar um golpe é dois tempos, já viu. amidala deixando jar jar responsável, really?... voltando pra naboo pra se proteger, anakin como protetor, história de amor do caramba. "i don't like sand" e blébléblé. pesadelos com a mãe, vai pra tatooine e descobre que foi vendida pra um cara que casou com ela. quando chega nele ela foi capturada pelos não sei o quê da areia que aparecem lá naquele primeiro filme; anakin vai atrás e acha ela à beira da morte, massacra todo mundo quando ela não resiste. a musiquinha de darth vader começando a aparecer de leve... ele tem um meio-irmão com cara de mais velho, hum. vão ajudar obi-wan, que seguiu o caçador de recompensas que foi molde pros clones, alguma-coisa fett; o nome com isso que já ouvi é do "filho", cópia inalterada que ele pediu, boba fett. mandaloriano? aquele escudinho legal. ah, os clones são os stormtroopers! acabam sendo úteis pra enfrentar o ex-jedi interpretado por saruman, liderança dos separatistas. padmé, obi-wan e anakin contra bichões numa arena, ani tendo o braço cortado, final com aparente casamento nojento, aff. única coisa que eu gosto nele é o apelido, ani. ok, ele é bom de olhar também, mas é abrir a boca que já estraga. deprimente como às vezes padmé usa armas e atira toda desconjuntada. ah, a cena na linha de produção robótica... pensei que anakin ia perder o braço ali. c-3po voltando a ser alívio cômico. espero que os próximos sejam melhores.

infinity train S01 (2019)

não lembro onde foi que vi teaser de algo mais recente, mas me interessei e baixei a primeira temporada pra ver como era. a protagonista é uma menina chamada tulip, empolgada pra um acampamento de desenvolvimento de jogos, mas que tem os planos arruinados pelos pais recém-separados que se atrapalharam na organização pra levar ela até lá. ela sai sozinha e no meio do nada aparece esse trem indicando a cidade que ela precisa ir como destino, então ela entra. logo descobre que cada vagão é uma meio que uma prova que ela tem que passar, um número na palma da mão que vai diminuindo conforme ela vai avançando; só chega no 0 quando admite sentimentos e atitudes em relação ao que tá acontecendo na vida dela. acompanham ela um robôzinho que ela chama de one-one e um corgi chamado atticus, rei da corgilândia. engraçadinho eles, gosto do lado mórbido de one-one (tem um "glad-one" e um "sad-one"). uma gata fazendo acordos, um robô com tentáculos do mal, uma condutora impostora com o objetivo de refazer o amor que perdeu (one-one é o verdadeiro condutor! nem ele sabia). rapidinho de ver, terminei de uma vez. umas coisas meio sombrias de leve, coisas pra revelar ainda provavelmente, mas não sei se me interesso o suficiente pra continuar. (talvez sim porque acabei de ver que a próxima temporada é com o reflexo liberto de tulip, um vídeo sobre transexualidade, hum?) bom pra passar o tempo, treinar inglês, etc. do cartoon network.

nation estate (2012)

curta da 2º mostra de cinema árabe feminino promovido pelo centro cultural banco do brasil do rio de janeiro. a diretora é larissa sansour, palestina, que recebe o foco na primeira sessão da mostra, de 19 a 25 de maio. ela é a protagonista aqui, uma mulher aparentemente chegando de uma viagem, andando com uma mala de rodinhas por um edifício futurístico. pega um elevador, ao lado do qual há uma placa enorme de destinos possíveis em cada andar. onde desce é onde mora, um apartamento hermético, branco esterilizado, comida em marmitas auto-esquentantes, janela de vidro de onde se vê israel (imagino). o prédio é a palestina, uma solução vertical pra questão do estado judaico e etc. uma crítica, uma piada. curtinho, efeitos parecendo de mentira, fiquei pensando que podia ser mais interessante como uma animação. música árabe, comida também. tô vendo tudo dia 25 então priorizei os filmes mais curtos e os da palestina.

a space exodus (2008)

"jerusalem, we have a problem". larissa sansour de novo, como diretora e personagem, uma astronauta a caminho da lua. "um pequeno passo para uma palestina, mas um grande salto para a humanidade". música de 2001: uma odisseia no espaço mas com instrumentos típicos da música árabe. acho que nunca tinha visto o nome larissa em alguém de outro país. bem simples e direto, como o outro. okzinho.

have you ever killed a bear – or becoming jamila (2012/2013)

sobre jamila, ícone revolucionário da resistência argelina à colonização francesa que revolucionou também o olhar sobre a mulher no mundo árabe. uma performance de marwa arsanios (what a cool name) em que ela reflete sobre as representações dessa personagem histórica, as atrizes que a encenaram, uma suposta "maldição" depois de interpretá-la – "todos os papeis que você fizer vão te afetar". reconheci a cena de jamila no bar, olhando em volta, colocando a bolsa no chão e empurrando pra perto do balcão com o pé, saindo antes da explosão das bombas caseiras. não soube dizer na hora que era do filme la battaglia di algeri, mas que massa revisitar agora. a batalha de argel foi uma das discussões que tivemos na disciplina de teoria literária lá no primeiro semestre da faculdade, em contraponto a l'étranger de albert camus. revisitei a resenha que fiz sobre o filme e achei até que bem escrita, interessante. bem boa essa música que é da trilha sonora do filme e foi usada no curta.

domingo, 30 de maio de 2021

lidos em maio (5)

a pirâmide vermelha (rick riordan)

huum, reavivei percy jackson na mente por algum motivo, reassisti o filme com a família e tava afim de reler a série, então veio a calhar um e-book do mesmo autor de graça na semana do livro na amazon. não sei se fui com altas expectativas por causa das lembranças de me divertir muito com percy jackson, mas achei meio fraco; pode ser a linguagem também, bastante middle grade, coisas se desenrolando fácil e brevemente, um humor que não me convenceu (não lembro se pj é assim também, talvez um pouco). ah, a tradução foi uma grande questão, percebi várias coisinhas que poderiam ser melhor resolvidas – no capítulo 19 sadie vai dormir e fala "não deixe os bichos da cama morderem" pra carter, uma tradução bem literal de "don't let the bed bugs bite", mas que não faz sentido nenhum em português (por que não usar "cuidado com o bicho papão", por exemplo?); várias coisas se apoiando no inglês, como as piadas com os nomes egípcios, que ficam truncados tendo que dar explicação (tem uma hora que sadie zoa "shu" sendo que logo depois vem "geb" – claro que não iam falar de jeba em português kkk, mas né)... enfim, dessa vez a mitologia é egípcia, os protagonistas são irmãos e a família deles vem de uma linhagem de faraós, por isso acabam sendo receptáculos perfeitos pra dois dos cinco deuses que o pai liberta explodindo a pedra de roseta no museu britânico (ficam falando "british museum"... enfim). a questão toda é resolver isso, impedir o deus set de instalar o caos geral, e nessa são protegidos (e depois perseguidos) por uma tal casa da vida, ordem de magos que cuida do mundo desde o egito antigo. referênciazinha aos olimpianos, o tio deles falando do outro lado de nova york!... aiai, essas histórias que se passam em lugares que existem de verdade. termina chamando a galera pro brooklyn, sabe? não curti muito a narração ser alternada entre carter e sadie, como se fossem fitas de áudio gravadas. interessante a magia pelas palavras, hieróglifos e tal, mas foi o que eu disse de tudo ser entendido e resolvido meio sem muitos problemas, eles dominando os poderes e lidando com ísis e hórus dentro deles, essa coisa de seres mágicos poderosos serem tosquinhos apesar dos milhares de anos de existência. carter é negro e tem alguns comentários sobre precisar ter boa aparência, mas achei uma passada bem de leve sobre isso. tô percebendo minha inclinação pra personagens garotos emos possivelmente malvados; anúbis parece legal. não tenho vontade de continuar a série, mas pelo menos foi interessante aprender mais sobre o egito antigo. (ah, parece que tem o livro em graphic novel, talvez eu tivesse aproveitado mais se tivesse lido nesse formato!)