isso aqui começou pra me ajudar (e ajudou mesmo), mas já fazia um bom tempo que tinha virado mais uma fonte de stress na minha vida, e o que é pior: autoimposta. curioso o quanto pode demorar pra gente admitir que as coisas tão ruins e não fazem mais sentido, mas me sinto feliz por estar conseguindo deixar outros movimentos acontecerem sem o peso no fundo da mente, estar conseguindo ver beleza nas imperfeições e falhas e bagunças. que bom que as coisas mudam e se movem, se transformam, se expandem. e pros registros também existem outros caminhos, afinal, e tá tudo ok ser simples. então agora ando pelo skoob, letterboxd e etc.
domingo, 15 de agosto de 2021
segunda-feira, 31 de maio de 2021
assistidos em maio (17)
shadow and bone S01 (2021)
the mitchells vs. the machines (2021)
star wars: episode I - the panthom menace (1999)
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| gosto de como o preto parece uma coruja heh |
anakin criança.
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| olhando de perto esses chifres tão estranhos... |
catfight (2016)
star wars: episode II - attack of the clones (2002)
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| e esse enfeitinho na cabeça hehe *-* |
infinity train S01 (2019)
nation estate (2012)
a space exodus (2008)
have you ever killed a bear – or becoming jamila (2012/2013)
domingo, 30 de maio de 2021
lidos em maio (5)
a pirâmide vermelha (rick riordan)
huum, reavivei percy jackson na mente por algum motivo, reassisti o filme com a família e tava afim de reler a série, então veio a calhar um e-book do mesmo autor de graça na semana do livro na amazon. não sei se fui com altas expectativas por causa das lembranças de me divertir muito com percy jackson, mas achei meio fraco; pode ser a linguagem também, bastante middle grade, coisas se desenrolando fácil e brevemente, um humor que não me convenceu (não lembro se pj é assim também, talvez um pouco). ah, a tradução foi uma grande questão, percebi várias coisinhas que poderiam ser melhor resolvidas – no capítulo 19 sadie vai dormir e fala "não deixe os bichos da cama morderem" pra carter, uma tradução bem literal de "don't let the bed bugs bite", mas que não faz sentido nenhum em português (por que não usar "cuidado com o bicho papão", por exemplo?); várias coisas se apoiando no inglês, como as piadas com os nomes egípcios, que ficam truncados tendo que dar explicação (tem uma hora que sadie zoa "shu" sendo que logo depois vem "geb" – claro que não iam falar de jeba em português kkk, mas né)... enfim, dessa vez a mitologia é egípcia, os protagonistas são irmãos e a família deles vem de uma linhagem de faraós, por isso acabam sendo receptáculos perfeitos pra dois dos cinco deuses que o pai liberta explodindo a pedra de roseta no museu britânico (ficam falando "british museum"... enfim). a questão toda é resolver isso, impedir o deus set de instalar o caos geral, e nessa são protegidos (e depois perseguidos) por uma tal casa da vida, ordem de magos que cuida do mundo desde o egito antigo. referênciazinha aos olimpianos, o tio deles falando do outro lado de nova york!... aiai, essas histórias que se passam em lugares que existem de verdade. termina chamando a galera pro brooklyn, sabe? não curti muito a narração ser alternada entre carter e sadie, como se fossem fitas de áudio gravadas. interessante a magia pelas palavras, hieróglifos e tal, mas foi o que eu disse de tudo ser entendido e resolvido meio sem muitos problemas, eles dominando os poderes e lidando com ísis e hórus dentro deles, essa coisa de seres mágicos poderosos serem tosquinhos apesar dos milhares de anos de existência. carter é negro e tem alguns comentários sobre precisar ter boa aparência, mas achei uma passada bem de leve sobre isso. tô percebendo minha inclinação pra personagens garotos emos possivelmente malvados; anúbis parece legal. não tenho vontade de continuar a série, mas pelo menos foi interessante aprender mais sobre o egito antigo. (ah, parece que tem o livro em graphic novel, talvez eu tivesse aproveitado mais se tivesse lido nesse formato!)
sexta-feira, 30 de abril de 2021
assistidos em abril (10)
chung hing sam lam (1994)
finalmente vi chungking express; não lembro como descobri, talvez através de ing lee, que gosta do diretor (wong kar-wai). me apaixonei pela personagem de faye desde a primeira vez que vi algo com ela, talvez essa thumbnail (queria TANTO que meu cabelo ficasse assim espetadinho nesse comprimento). já tinha ouvido essa música, sem ver o clipe pro filme continuar surpresa; boa demais – e faye que canta!
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| ai, fala sério, não sei se quero ser ela ou beijar ela :~ |
essa é uma das personagens de destaque, mas o filme tem dois núcleos diferentes, então não tem bem um principal. nos dois tem um policial e é sobre romance; primeiro um mais jovem (e bonito) que levou um fora recentemente e tá no processo de aceitar isso, comprando latas de abacaxi com vencimento pra 1º de maio, o aniversário dele. determina que se até lá a ex não retornar vai ser a data de vencimento do amor deles. quando não encontra mais latas sendo vendidas ele come todas de uma vez, fiquei só pensando intoxicação alimentar que eu teria se fizesse isso. ele costuma sair pra correr quando tá triste pra gastar líquido no suor e não sobrar pras lágrimas; é assim meio bobinho. encontra uma mulher misteriosa no bar tarde da noite, que usa óculos escuros e peruca e tá envolvida em algum lance de contrabando com uns caras indianos, e ela dorme num quarto de hotel enquanto ele passa a noite se empanturrando de comida (me identifiquei). depois ela telefona pra desejar feliz aniversário, bem quando ele tinha perdido as esperanças de ser lembrado :) ele frequenta uma lanchonete em que a tal faye começa a trabalhar, cruza com ela e assim o foco troca. outro policial sempre vai lá e faye se interessa nele, mas o cara tem namorada, uma aeromoça. ele sempre leva o mesmo lanche pra ela, e um dia decide ouvir a sugestão do dono de levar algo diferente, mas depois de um tempo leva um fora também. nisso tudo faye só de olho, atenta a tudo, toda distraidinha e espontânea, sua coisinha linda do caramba. e música torando no rádio. um dia a ex aparece e deixa uma carta pro cara, que todo mundo da lanchonete lê antes dele (técnicas de abrir envelope sem estragar o papel que eu nem conhecia). ela deixa uma chave também e faye começa a ir no apartamento do cara quando descobre o endereço, fica mexendo nas coisas, arrumando e passando tempo como se não houvesse amanhã. um dia dá de cara com ele quando tá prestes a entrar, desculpas esfarrapadas e vergonhinha. na rua se trombam várias vezes, uma loucura essa cidade, aliás (hong kong). no fim ele chama ela pra um encontro, mas em vez de ir pro bar califórnia ela vai pra cidade, que já tinha dito que queria visitar. acaba com ela voltando depois de um ano, aeromoça (já???), o cara comandando a lanchonete, esperando por ela. ai meu deussss. adorei essa forma de contar história, de falar de romance. tão divertidinho também, a coisa de mexer na casa, o jeito que o policial conversa com os panos de limpeza e os bichos de pelúcia, o apartamento chorando... nossa, muito bom. parece que esse diretor é bem falado mesmo, preciso ver os outros filmes dele :)
star wars: episode iv - a new hope (1977)
qual não foi minha surpresa ao ouvir, lá em dezembro, minha mãe dizer espontaneamente que tinha vontade de ver todos os filmes de star wars! surgia assim uma faísca de um desejo em comum que nos uniria. tive que pesquisar qual a ordem em que devia assistir os filmes; aparentemente a de lançamento é a recomendada pra quem não tem nenhum contato com a série, já que é como ela foi pretendida para ser vista, e também pra não estragar as surpresas. empolgante aquela música dramática e o texto correndo no início, show ver isso pela primeira vez assim de verdade, sem ser referência ou recorte. c-3po e r2d2 conduzindo a história, não imaginei que eles não iam ser parte da galera desde sempre; princesa leia que despacha os dois da nave dos rebeldes em segredo quando darth vader e o império a invadem. já começa assim capturada, pô, tamo mal hein. explodem o planeta dela a sangue frio mesmo ela supostamente revelando onde a base da rebelião tava localizada, putz. o oficial lá da nave parece um cadáver, me lembrou os memes do príncipe philip. luke criado pelos tios, curiosidade pela mensagem de leia em r2d2 e a missão pra ben kenobi, morte cruel da família (os corpos ali torrados!) e olha aí a jornada do herói bem na cara. a ~força~ abrindo os caminhos, energia que flui em tudo, não sabia que tinha um cunho meio religioso e que só sobrava darth vader como praticante conhecido. a musiquinha no bar, super reconhecível! star wars é de um nível que nem dá pra mapear a extensão das referências, né, vai saber de onde conheço. e ninguém dando a mínima pro braço amputado ou pro sujeito morto, só mais um dia normal ahhushu. chewbacca aparecendo primeiro, co-piloto de indiana jones – então é ele o tal han solo... a millenium falcon também super reconhecível, gosto do puxão no brilho das estrelas quando ativa a velocidade da luz. ai meu deus a tensão sexual entre os caras e leia, why... uma perseguiçãozinha básica dentro da nave inimiga pra resgatar ela, um lixão com uma serpente na água que afoga luke just because, geral com uma mira ruim do caramba kkk. morte de obi-wan e explosões com som no espaço hehe. gostosa a ideia de uma base rebelde, planos comunistas, colegas pilotando naves. ataque certeiro à estrela da morte, claro que seria luke quem conseguiria! e claro que darth vader ia estar fora dela quando a destruíssem... final feliz com medalhinhas, uhul. no fundo tava me preparando pra achar entediante ou geek demais pro meu gosto mas achei realmente bom, super dá vontade de acompanhar e saber mais. nem tinha me dado conta que esses filmes são da década que minha mãe nasceu, deve ter sido bem massa gostar de ficção científica desde essa época. eu confundi stormtroopers com jedis na primeira vez que apareceram e meu irmão me corrigiu, dá pra acreditar?
star wars: episode v - the empire strikes back (1980)
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| parece que usaram cartilagem da orelha dele pra reconstruir o nariz :| |
quarta-feira, 31 de março de 2021
assistidos (8) em março
m-8: quando a morte socorre a vida (2019)
my octopus teacher (2020)
toc toc (2017)
a aluna bruna, lá atrás, tinha me indicado esse filme por causa do assunto de transtorno obsessivo compulsivo, que ela tinha muito forte na época de enfermeira. já tinha ele na minha lista mas não sabia que era sobre isso antes dela me falar, apesar do título. é sobre várias pessoas, com diferentes obsessões, que marcam consulta com um doutor aparentemente muito prestigiado, mas quando chegam no consultório se dão conta de que tão todas designadas pro mesmo horário e ainda por cima o cara não chega nunca, então acaba virando uma terapia em grupo que resolvem fazer entre si. me arrependi de ter demorado tanto pra ver! cada vez que assisto um filme em espanhol eu fico querendo ver mais e mais; é muito bom, muito singular o jeito que as coisas funcionam, o humor, a atuação. o final me pegou muito de surpresa, em nenhum momento suspeitei que o doutor sempre esteve entre eles! achei que a representação de tourette's talvez tenha ficado meio torta, com base no que eu conheço, mas quem sou eu pra falar alguma coisa. não acho que seja considerado um transtorno obsessivo compulsivo mas faz algum sentido (também não pesquisei pra confirmar nada). além do velho reconheci a mulher religiosa, ela faz a lésbica de kika! bem diferente aqui, muitos anos depois, né. o cara das linhas achei bem galã, não vou mentir, e muito bom ele e a menina das repetições sendo casal! fofa demais ela também. não sabia da existência da aritmomania, que loucura. a recepcionista sendo só uma atriz, hehe. as loucuras da mulher germofóbica no banheiro! naquela parte em que todo mundo se desespera pra acudir a velha vi que o bonitinho pisou numa linha e achei que tinha sido erro, daí me surpreendi quando apontaram que tinha acontecido hehe. legal a conclusão deles esquecerem das obsessões quando tão envolvidos em outra coisa. e a amizade que se forma, o grupo no whats haushus e o nome!!! genial. ecolalia, né, aparece isso em tics também. parece ter boas críticas, mas gostaria de ver alguma review de alguém com toc pra saber se foi respeitoso. eu gostei bastante.
love on the spectrum (2019)
back to the future (1985)
sabe que eu acho que nunca tinha assistido? quis ver com a família e fiquei incomodada do começo ser maçante demais pra uma criança de 10 anos. desnecessário a flertação toda, claro que ia ter uma nojeira da mãe tendo crush no filho, né... e ela pensando que o nome dele era calvin klein por causa da cueca kkk fiquei pensando nas minhas/de talita com as variações absurdas. feliz pelo ator principal ser tão baixinho, 165cm hehe. no começo eu tava achando o pai e a mãe muito esquisitos e logo suspeitei que era maquiagem pra aparentarem mais velhos porque com a viagem no tempo iam aparecer como jovens, dito e feito. gosto da cara e do estilo do pai de marty jovem, aquelas belezas estranhas notáveis, mas vendo ele atualmente percebo o potencial de pinta de vilão ou personagem esquisitão (ele faz o valete em alice in wonderland!). muito bom o ator que faz o professor, a melhor caracterização é sem dúvida a dele. aquele final dando brecha pro próximo filme, não esperava. não tem um negócio de 2019 nesse universo? tenho a impressão de ter visto algo assim um tempo atrás, mas pode ser de outro filme clássico. não achei muito bom não, mas interessante ver a evolução das histórias de viagem no tempo. sempre tô dentro. ah, massa também descobrir que mcfly é um sobrenome possível ahushu. que sorte voltar pro presente com um upgrade, hein. muito bom o estilo dos anos 80.
mononoke hime (1997)
não tem muitos filmes do studio ghibli dublados no netflix, queria assistir com mãe e irmão e percebi isso (já tá na hora de se acostumarem com legenda, mas né). coloquei princesa mononoke mas não lembrava que era tão longo, ainda bem que eu pedi pausa pra xixi na metade. muito bem feito o comentário sobre exploração de recursos naturais, desmatamento, desequilíbrio entre homem e natureza, etc. a metáfora da raiva, mágoa, fúria é muito boa!... uma contaminação mesmo, ashitaka resistindo, lutando contra, tentando agir como ponte, pacifista. a questão de gênero e deficiência na cidade de lady eboshi (mais sobre isso na wikipedia). o deus da floresta, como é bonito o florescer a cada passo... gosto dessas histórias que têm romance mas esse não é o tema central, que nem howl's moving castle. e é tão importante ver histórias em que o bem e o mal não estão bem divididos e solidificados, em que os personagens não são moralmente determinados... acho que esse é um dos meus favoritos, mesmo. não lembrava nem um pouco que a princesa não se chamava mononoke e sim san – the term mononoke is not a name, but a japanese word for supernatural, shape-shifting beings that possess people and cause suffering, disease, or death. não me conformo nunca em como é possível existirem trilhas sonoras tão potentes, que trazem tantas emoções à tona. moved me to tearsss. esse filme é muito maravilhoso, que bom que existe. sempre fico tensa quando percebo que as coisas que chamo minha mãe pra assistir falam de demônios e coisas do tipo. ainda bem que os kodamas ficam fofinhas depois de parecerem macabros hehe. eu lembro que fiz um desenho de san uma vez, na época do cv, talvez só da máscara. algum dia tiro foto pra deixar aqui.
loving vincent (2017)
quanto vale ou é por quilo? (2015)
segunda-feira, 29 de março de 2021
lidos (4) em março
vizinho, vizinha (roger mello)
eu sou malala: a história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo talibã
(malala yousafzai com christina lamb)
quase um ano lendo – comecei na asian readathon de maio... não tem jeito, biografia não é um gênero que me segura, não importa de quem seja. gostei de saber mais sobre malala, com certeza foi valioso, mas tive que persistir; corri pra terminar antes de sair da casa, já que tava emprestando de carol. acho que foi pölzl quem fez a comparação dela com marjane satrapi, de persépolis, no sentido de que as duas tinham pais ativistas e vinham desde cedo com essa atitude de defender certas coisas e tal. não lembro mais muito de persépolis e agora me pergunto se foi isso mesmo, mas acho que faz sentido ter apoio familiar de alguma forma, né. loucura como existem situações e existências que a gente nem imagina, por não fazer parte da nossa realidade. mesmo com ameaças e mortes e bombardeios ela tava lá, resistindo, não sozinha, mas com uma coragem sem comparação. que tenso os relatos depois dos tiros, a questão da infraestrutura hospitalar, ainda tem tudo isso, né... e a tristeza de ficar longe do vale do swat depois do refúgio na inglaterra, bem bonito lá mesmo. parece que no paquistão ela é uma figura polêmica, tem a questão do talibã vê-la como veículo de propaganda do ocidente e tal. antes do ataque ela já fazia umas coisas grandes, tinha escrito um blog pra bbc com um pseudônimo, sido documentada mostrando a rotina de viver e estudar em mingora... não conhecia nada sobre os pachtuns, interessante também (aqui ela fala pachto e urdu!). essa galera que estuda muito e se preocupa em ser o primeiro da sala, hein. há um tempo atrás vi ela comemorando no twitter por ter terminado a faculdade, pandemia já. ela é só dois anos mais velha que eu :~ ah, o alquimista é um dos livros favoritos dela hauhah
the year of the witching (alexis henderson)
pai contra mãe (machado de assis)
domingo, 28 de fevereiro de 2021
assistidos (8) em fevereiro
boy (2010)
nomadland (2020)
essa véia (ok, nem tanto) de three billboards outside ebbing, missouri é muito barra pesada, pô. a cara da dureza. grande potencial sapatão. nesse filme ela mora na própria van, isolada da família e vista como esquisita. trabalha na amazon no fim de ano pra ganhar dinheiro, vai procurando bicos temporários pra ir se mantendo. se chama fern e pölzl e eu escolhemos interpretar pelo alemão, no sentido de distância, mais do que a planta em inglês. amizades muito boas, uma senhora de uns 70 anos que conta que quase se matou, mas percebeu que podia viver viajando e foi morar na estrada. outra senhora pra quem os médicos deram pouco tempo de vida e se despede de um jeito tocante. ver lugares lindos, animais, paisagens. massa que nos créditos várias dessas pessoas interpretam a si mesmas, então acho que tem um pouco de histórias reais. uma coisa muito latente sobre liberdade. tem até um cara que gosta de fern e quer que ela fique com ele na casa do filho, paciente e calmo o jeito que ele age com ela mas no fim ela parte. fica em aberto, na verdade, porque ela volta pra cidade onde viveu com o marido falecido e se desfaz do galpão onde guarda os pertences, visita a casa onde morava, sai pelo portão que dá pro terreno aberto... muita solidão, independência, mas muito legal a parte de ter uma comunidade que se apoia. parece que ela era professora; uma menina lembra de uma poesia que ela falava, fern compartilha com um jovem viajante os versos que jurou pro marido. muito amor e imensidão. gostei. e a trilha sonora, tão certeira... mariana ficou reparando.
hunt for the wilderpeople (2016)
boy subiu as expectativas de todo mundo com taika waititi e fez a gente quebrar a cara aqui. tem a desculpa de que esse não é roteiro original, mas adaptado de um livro infantil... serve? é sobre ricky baker, menino adotado por um casal que mora nas montanhas. a agente que cuidava dele dizia que ele era mal comportado e já tinha passado por várias adoções, mas com essa mulher dá certo, bonitinho até. bolsa térmica pra esquentar a cama, musiquinha de parabéns, cachorro de presente. mas do nada ela morre e ricky decide se meter na floresta depois que o viúvo diz que não pretende continuar com ele. o cara vai tirar ele de lá mas quebra o pé e acabam passando um tempão sumidos. nessa a agente já constrói um negócio absurdo dele ter sequestrado ricky e ser criminoso. um desentendido com caçadores, meses despistando polícia, uma garota bonita, um cara pirado, uma perseguição cuiuda. vai virando uma bobeira de proporções absurdas... no fim eles se reúnem de novo, apesar de ricky ter sido escroto e botado o cara na prisão, e vão morar com a garota e o pai dela (?). poucos momentos engraçados e o que tem de bacana não vale a pena.
the twilight saga: breaking dawn - part 1 (2011)
por acaso tem samba o ano inteiro no rio de janeiro? que esquisito ver gente se beijando na rua e dançando e eles decidindo fazer igual. tava tão prevendo uma vergonha alheia com edward falando português que me surpreendi quando ele conversou com kaure de um jeito aceitável (mas ainda formal, "ajudá-la", "eu a amo" heueh). bella fica horrível grávida, né... muito estranho parar pra pensar que na real a menina tem 18 ou 19 anos e tá ali encantada num bebê assassino. no parto jacob fica parecendo que olha pra renesmee, mas hora que tem o imprinting mesmo é a cena mais tosca, daquelas de lembrar falas do passado e flashbacks e flashforwards até, why!!! podia ter tido os pesadelos dela com a criança imortal. o tempo todo ela achando que ia ser um menino, não foi de verdade porque jacob não podia ser gay, é? não tem muita explicação pra essa parte. o cabelo de bella podia estar mais ajeitadinho no casamento, achei. os discursos no microfone kkk até bella ri da mãe cantando a lullaby. foi mudando a iluminação ao longo dos filmes, né. acho que nunca vi eles tão bem quanto nas cenas na ilha.
the twilight saga: breaking dawn - part 2 (2012)
putz, a vergonha alheia com esse nem se compara. quem achou que era uma boa ideia usar cgi na cara de um bebê??? quem se importaria se pegassem crianças diferentes pra ir fazendo as fases de renesmee? ugh. não sei se é porque assisti tudo interrompido, lendo o livro e depois voltando pro filme, mas senti que tudo era meio corrido ou enfiado uma coisa atrás da outra, tipo, não tem nem um momentinho de calmaria ou contemplação... os efeitos parecem tão medíocres, o jeito que eles pulam voando às vezes, a maquiagem!!! até a maquiagem tava ruim, dakota fanning tava toda esquisita, coitada. e as músicas deixaram de ser boas em eclipse, mesmo. edward tocando o piano pra chamar renesmee achei a coisa mais fofa. bem pouco dos ~shape-shifters~ (não lembrava dessa correção engraçada), super simplificado a coisa de receberem o recado de alice quando ela vai embora, o encontro com j. jenks também... e charlie indo ver bella dois segundos depois dela virar vampira, quase nada falado sobre a dificuldade de estar perto dele, aff. a "névoa" do poder de alec muito tosca, meu deus... o discurso daora que era de garrett claro que enfiaram em edward, né, além de deslocar total (na real nem sei se foi isso, porque teve uma conversa sobre lutar na casa)... aliás, lee pace! <3 sinceramente um dos melhores vampiros visualmente e etc, os cullen me dão agonia demais (e os volturi pior ainda, né). o final com bella abaixando o escudo dos pensamentos dela foi uma ótima desculpa pra fazer retrospectiva da saga. enfim livre!
ssa-i-bo-geu-ji-man-gwen-chan-a (2006)
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| poster redesign por @lou2209 |
a ghost story (2017)
i care a lot (2020)
sábado, 27 de fevereiro de 2021
lidos (3) em fevereiro
breaking dawn (stephenie meyer)
viagem em volta de uma ervilha (sofia nestrovski & deborah salles)
anna karenina (leo tolstoy)














