este mês foi pobre em coisas assistidas pois comecei a estudar e me dediquei a isso e a leituras. no começo do mês passou karate kid (2010) na tv e assisti com minha mãe (matheus não queria ver mas no final deu atenção). foi legalzinho; resolvi ver porque tem algo sobre em himym (mas era sobre o filme antigo, obviamente, o que percebi com uma tristezinha já que não era esse que tava passando).
vi blackfish, documentário de 2013 sobre orcas performáticas mantidas em cativeiro em parques aquáticos. me cortou o coração as cenas de captura dos filhotes na islândia; terrível o sofrimento dos "personagens" e todos os acidentes que aconteceram, um pior que outro. coisas que fazem a esperança nos humanos se perder.
vi blackfish, documentário de 2013 sobre orcas performáticas mantidas em cativeiro em parques aquáticos. me cortou o coração as cenas de captura dos filhotes na islândia; terrível o sofrimento dos "personagens" e todos os acidentes que aconteceram, um pior que outro. coisas que fazem a esperança nos humanos se perder.
dia 9 terminei de ver how i met your mother... é, eu já sabia do final porque me revelaram no aniversário da ana, além de natasha e alan terem soltado qualquer coisa no dia que fui à festa junina com eles (mas não liguei de receber spoilers). a última temporada é bem sem graça, se passa quase inteiramente durante o fim de semana quando robin e barney se casam. depois é um amontoado de coisas breves, ted e tracy, nada especial além das lindas "coincidências" que o destino construiu com eles. robarney se separa e a doença da esposa do ted é mencionada só uma vez, e depois pronto, tá lá ele oferecendo o blue french horn pra ela. gostei bem mais da oitava temporada, se não tô lembrando errado de qual foi. uma que tem o episódio 20 falando de viagem no tempo e que ted deseja ter podido passar mais tempo com tracy. foi muito bonitinho essa parte, mas acho que é o máximo que a história deles atinge. de qualquer forma, foi uma série prazerosa pelas risadas – nunca ri tanto com alguma coisa. ajudou a distrair da vida. músicas massa do final: essa e essa.
fui ao cinema dia 13 ver spider-man: homecoming (2017, obviamente). matheus deitou a cabeça no colo da minha mãe falando que tava chato no começo, e realmente, tava bem parado; depois foi massa, divertido e tal. acho que superestimaram um pouco pelo que me passaram, mas o ponto de vista do cadê a chave é, como sempre, muito válido. (fiquei morrendo de vontade de mijar igual leon porque fui idiota: bebi água e esqueci do conselho dele. fiquei só pra primeira cena após os créditos. não me arrependo porque ainda não coloquei em prática meu plano de ver os filmes todos da marvel, afinal, então provavelmente eu nem entenderia.)
passou uns filmes de john green na tv e minha mãe tava assistindo; tive preguiça de sair do sofá e vi the fault in our stars (2014) novamente. fiquei pensando nas coisas que somente aconteceriam em histórias fictícias. mamãe chorou.
quando fomos no cinema vi que o terceiro e último filme de planeta dos macacos vai sair em agosto aqui. percebi que ainda não tinha visto o segundo e fui arrumar isso: vi dawn of the planet of the apes (2014) dia 19. gosto mais do primeiro mas foi interessante, muito massa a sociedade que os símios criaram a partir do caesar e tal (fez-me recordar de libras e querer aprender). bem triste o que leva à guerra, na real. pensava que seria algo maior. matheus gostou e viu várias vezes já.
outra coisinha assistida foi um curta chamado father and daughter (2000). achei muito bonitinho e triste e simbólico!
comecei a assistir uma série nova, the handmaid's tale, porque elogiaram muito e eu queria ler mas não tenho dinheiros pra gastar. é muito pesado e incrível e tô indo devagar pra não morrer (já chorei meus olhos num episódio envolvendo um casal lésbico).
fui ao cinema dia 13 ver spider-man: homecoming (2017, obviamente). matheus deitou a cabeça no colo da minha mãe falando que tava chato no começo, e realmente, tava bem parado; depois foi massa, divertido e tal. acho que superestimaram um pouco pelo que me passaram, mas o ponto de vista do cadê a chave é, como sempre, muito válido. (fiquei morrendo de vontade de mijar igual leon porque fui idiota: bebi água e esqueci do conselho dele. fiquei só pra primeira cena após os créditos. não me arrependo porque ainda não coloquei em prática meu plano de ver os filmes todos da marvel, afinal, então provavelmente eu nem entenderia.)
passou uns filmes de john green na tv e minha mãe tava assistindo; tive preguiça de sair do sofá e vi the fault in our stars (2014) novamente. fiquei pensando nas coisas que somente aconteceriam em histórias fictícias. mamãe chorou.
quando fomos no cinema vi que o terceiro e último filme de planeta dos macacos vai sair em agosto aqui. percebi que ainda não tinha visto o segundo e fui arrumar isso: vi dawn of the planet of the apes (2014) dia 19. gosto mais do primeiro mas foi interessante, muito massa a sociedade que os símios criaram a partir do caesar e tal (fez-me recordar de libras e querer aprender). bem triste o que leva à guerra, na real. pensava que seria algo maior. matheus gostou e viu várias vezes já.
outra coisinha assistida foi um curta chamado father and daughter (2000). achei muito bonitinho e triste e simbólico!
comecei a assistir uma série nova, the handmaid's tale, porque elogiaram muito e eu queria ler mas não tenho dinheiros pra gastar. é muito pesado e incrível e tô indo devagar pra não morrer (já chorei meus olhos num episódio envolvendo um casal lésbico).
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